terça-feira, 5 de agosto de 2008

DO NORDESTE PARA O MUNDO


O Acre, dentre os muitos que vinheram do nordeste, houve aqueles que ficaram e outros que foram embora diante as inúmeras dificuldades.

Esse, veio e ficou, cravou seus passos e dedicou-se à causa nobre da comunidade carente do Acre, prestando sempre um papel relevantíssimo à sociedade acreana.

Estudou na Universidade Católica de Pernambuco, do professor e advogado criminalista Antônio de Brito Alves.

Ingressou na Defensoria Pública do Estado do Acre já fazem 10 (dez) anos, onde sempre dedicou-se exclusivamente em resolver ou tentar ajudar o hiposuficiente.

E, hoje, estamos comemorando mais um ano de vida e consequentemente, mais um ano que temos essa referência para nós estudantes, apredizes, iniciantes na militância do direito, deste que representa um dos maiores tribunos, maiores palesrantes, docentes, orador, enfim, uma das maiores referências deste país.


Quero registrar aqui, o meus parabéns ao Dr. Valdir Perazzo leite, Defensor Público a qual tenho a honrra de trabalhar ao seu lado.


Parabéns!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

CONTRUINDO UMA PONTE


A construção social de segurança é um tema que hoje desafia todos os brasileiros.

É nescessário e mais ainda, é justo que salientamos que, o conjunto de premissas, diretrizes e políticas adotada pelo atual governo do Estado do Acre, convergem fortemente com os fundamentos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), o que nos deixa felizes e esperançosos.

É verdade que há um caminho longo e espinhoso a ser percorrido, mas, já podemos vislumbrar uma luz no finzinho do túnel, é salutar, e importante unirmos nossas forças para somarmos e juntos, fortalecer esse projeto onde não é o governo que ira ganhar, mas, a sociedade acreana que será contemplada com esse magnífico projeto que já nasceu.

É penssando nessa união que, a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional do Acre, Associação dos Defensores Públicos do Estado do Acre, Tribunal de Justiça do Estado do Acre, Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre, Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado do Acre e Governo do Estado do Acre, preucupados em apresentar soluções a problemática enfrentada na atualidade, promoverá no próximo dia 08 de agosto do Teatrão o I Seminário onde terá como tema: O sistema judiciário criminal e penitenciário do Acre.

Trata-se de um evento carro-chefe de muitos outros que virão.


Todos estão convidados!


Parabéns à todos por essa brilhante iniciativa.


É o Acre mais uma vez avançando!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Estado Policial ou Democracia?

São muitos os sinais em curso do perigoso abuso do estado contra o cidadão, das corporações sobre as pessoas e das restrinções coletivas se sebrepondo às liberdades individuais. O ALGEM-NÃO-ALGEMA é o exemplo mais recente. De um lado a polícia e seu ministro forçando ao limite a interpretação do que representa a periculosidade de empulseirar quem não oferece resistência à prisão. E, de outro lado, cidadãos tendo de acionar a justiça para fazer valer o que diz a constituição.
O replubicanismo das algemas traduz o espirito de um governo que sabe usar a lei para a execração pública dos inimigos. O perigo dessa atitude é a exacerbação do autoritarismo cotidiano, como bem demonstram as mortes de crianças e outros tantos inocentes sumariamente fuzilados pela polícia carioca, e não só lá, mas, em quase todo o país, senão, todo país.
Como se os números de assaltos, furtos, homicídios, latrocínios já não fossem exacerbadamente alarmantes no nosso país, agora, um outro medo toma conta do cidadão brasileiro, mantendo-o apreensivo, com seu estado emocional elevado à todo momento, o prórpio estado - POLÍCIA - tem aterrorizado a sociedade.
Onde chegaremos?
Estamos retrocedendo em pleno Estado Democrático de Direito?
Os 20 anos da Costituição Cidadã foram comemorados ao som funeral de famílias que perderam seus queridos, de famílias que perderam um pedaço de sí, como foi o caso do pai que perdeu seu filho dentro do seu próprio carro por balas do estado compradas com seu próprio dinheiro.
Os atentados que governo e políticos estão comentendo contra as liberdades são mais visíveis nos casos acima, mas, se expandem progressivamente para onde se queira olhar.