sábado, 16 de agosto de 2008

Uma missão difícil


Quantas vezes nós pensamos em desistir, deixar de lado, o ideal e os sonhos; Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça; Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir; Quantas vezes sentimos solidão, mesmo cercado de pessoas; Quantas vezes falamos, sem sermos notados; Quantas vezes lutamos por uma causa perdida; Quantas vezes voltamos para casa com a sensação de derrota; Quantas vezes aquela lágrima, teima em cair, justamente na hora em que precisamos parecer fortes; Quantas vezes pedimos a Deus um pouco de força, um pouco de luz; E a resposta vem, seja lá como for, um sorriso, um olhar cúmplice, Um cartãozinho, um bilhete, um gesto de amor; E a gente insiste; Insisti em prosseguir, em acreditar, em transformar, em dividir, em estar, em ser; E Deus insiste em nos abençoar, em nos mostrar o caminho: Aquele mais difícil, mais complicado, mais bonito. E a gente insiste em seguir, por que tem uma missão, Ser Feliz e Fazer as pessoas Felizes !

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: Quando o Filho do homem vier na sua glória com todos os seus Anjos, sentar-se-á no seu trono glorioso.

Todas as nações se reunirão na sua presença e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos; e colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.

Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, bem ditos de meu pai; recebei como herança o reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-Me de comer; tive sede e destes-me de beber; era peregrino e Me recolhestes; não tinha roupa e Me vestistes; estive doente e viestes visitar-me; estava na prisão e fostes ver-me’.

Então os justos lhe dirão: ‘Senhor, quando é que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando é que te vimos peregrino e te recolhemos, ou sem roupa e te vestimos? Quando é que te vimos doente ou na prisão e te fomos ver?’ E o Rei lhes responderá: ‘Em verdade vos digo: Quantas vezes o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes’.

Dirá então aos que estiverem à sua esquerda: "Afastai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o demónio e os seus anjos. Porque tive fome e não Me destes de comer; tive sede e não Me destes de beber; era peregrino e não Me recolhestes; estava sem roupa e não Me vestistes; estive doente e na prisão e não Me fostes visitar".

Então também eles Lhe hão-de perguntar: ‘Senhor, quando é que te vimos com fome ou com sede, peregrino ou sem roupa, doente ou na prisão, e não Te prestámos assistência?’ E Ele lhes responderá: ‘Em verdade vos digo: Quantas vezes o deixastes de fazer a um dos meus irmãos mais pequeninos, também a Mim o deixastes de fazer. Estes irão para o suplício eterno e os justos para a vida eterna.


Pense, não deixe de fazer o bem ao próximo!


Gilliard Souza

domingo, 10 de agosto de 2008

1º Seminário Sistemas Judiciário Penal e Penitenciário do Estado do Acre



O 1º Seminário Sistemas Judiciário Penal e Penitenciário do Acre, realizado no ultimo dia 08 de agosto sob o auspício da ADPACRE, OAB/AC, TJAC e MPAC e com o apoio do IAPEN, constitui um marco importante na história do Acre, pois jamais em tempos passados houve uma junção tão importante das instituições responsáveis pela segurança desse Estado.
O modelo de segurança, diretrizes e a forma que pensa o Governo do Acre, tem se encontrado em comum acordo com aquilo que as instituições já vinham pregando, ou seja, o problema não está dentro do sistema, mas, fora d'ele.
É bem verdade, e não podemos nos furtar disso, há muito o que ser feito, não podemos mais aceitar uma comunidade carcerária tão grande diante de uma população tão pequena, porém, em contrapartida, devemos também nos preocupar com a nossa segurança, fora e dentro dos presídios.
Como explicar o crime organizado dentro dos presídios brasileiros?
Como podemos explicar diante de tantas prisões efetivadas, o número alarmante de assaltos, furtos, assassinatos, que continuam a cada dia? será que só prender resolve?
Não é fácil encontrar respostas...
Mas ainda encontramos quem possa criticar esse trabalho, " É bem verdade que ninguém arranha fusca velho" nada contra os fuscas, porém, só criticar, não dar mais, temos que apresentar soluções, ajudar a contruir um novo tempo.
A era da revolução, movimentos estudantis acabaram, não podemos mais apenas apontar, agora, é tempo de ajudar a resolver o problema.
Tenho certeza que este evento representou uma nova época para o Acre, onde poderá servir de modelo para outros estados da federação, inclusive aos países vizinhos.
Não se constroi uma ponte sozinho e em um único dia, é preciso muitos alicerces para sua sustentação.
Portanto, somos responsáveis também pela construção dessa ponte, onde poderemos ao final vislumbrar novos tempos de fraternidade e harmonia entre os povos e principalmente, à sociedade acreana uma nova vida.
Quero aqui, registrar meus sinceros agradecimentos a Dra. Laura Okamura que não mediu esforços para que este evento foi realidade.
Ao Dr. Valdir Perazzo que juntos, batalhamos até o fim.
Ao Dr. Florindo, Dr. Dion, e em especial a Desembargadora Eva Evangelista e ao meu amigo em particular Dr. Sammy Barbosa que acreditaram e se empenharam de forma brilhante à esta causa tão nobre.
O Acre vive uma nova esperança, e como disse Dra. Laura: " Muitos, só acreditam em algo depois que visializam, mas, para que possamos chegar em algum lugar, é preciso primeiro acreditar".
Que Deus possa iluminar cada vez mais esse projeto, pois, com certeza, a sociedade acreana será a grande vitoriosa.