quarta-feira, 15 de junho de 2011
Conheci você!
No começo eu nem acreditava, simplesmente, imaginava que seria apenas alguém que entraria no meu ciclo de amizades. Foi tomando novas formas, cada palavra digiada, iamos nos identificando, cada gesto, pensamento, enfim, teve um outro caminho. Foi derrepente, tudo estava um pouco confuso ainda... O céu estava escuro, e as nuvens carregadas, parecia até qe ia chover.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O que somos na sociedade que fazemos parte?
De volta, após passar alguns longos dias sem publicar nada no blog, senti-me excitado logo que tive a oportunidade de escrver algo... Enfim, aqui estou de volta!
Sempre faço uma pergunta a mim mesmo, ou seja, me questiono: "qual é o meu papel da sociedade que faço parte"?
bom, em uma sociedade organizada, ou que viva esse processo de organização, é preciso que haja pessoas comprometidas com com o desenvolvimento, seja ele material ou espiritual.
Hoje, meu Estado vive uma transformação estrutural, social e econômica. É visivel a mudança, nos quatro quantos podemos detectar o nascer de uma nova esperança. Porem, como em toda sociedade que cresce, com esse crescimento, vem também seu lado negativo, ou seja, aumenta-se a desigualdade social, cresce a criminalidade e as pessoas passam a desacreditar em dias melhores.
É plenamente possivel ver hoje a iversão de valores em que vivemos. O respeito, a moral ou a dignidade, são principios que não tem encontrado mais o mesmo espaço no meio da sociedade. Ao mesmo tempo em que se prega o Estado democrático de Direto, também se impõe a aceitação de valores atípicos daqueles tradicionais. Há real gressão a moral e principalmente a dignidade da pessoa humana.
Qual é o nosso papel diante de tudo isso? Devemos aceitar tudo da forma como está?
É exatamente ai que encontramos respostas para minha indagação.
Não!!! Não podemos aceitar, devemos nos posicionar e lutar por uma sociedade justa e fraterna, onde seus principios sejam regidos sempre pelo respeito ao próximo, pela moral e dignidade.
Lutemos por essa sociedade!
terça-feira, 19 de abril de 2011
AJUDA EFETIVA AOS DESABRIGADOS PELA ENCHENTE DO RIO ACRE
O triste episódio da enchente do rio Acre, que se repete anualmente nesta capital, teve conseqüências terríveis este ano
A situação comoveu o Ministério da Integração Nacional, que desembolsou 900 mil reais para garantir as condições básicas de sobrevivência dos milhares de desabrigados, que hoje estão acampados no Parque de Exposições da cidade, onde recebem assistência.
A solidariedade da população é vista na doação de roupas, alimentos, material de limpeza, higiene pessoal, nos voluntários que prestam serviços de diversos tipos e, após a divulgação nacional da catástrofe, instalou-se uma singela atuação do Poder Público.
Ocorre que, apesar da tristeza e vontade de ajudar, muitas pessoas ficam inertes, acreditando que não têm condição de contribuir efetivamente, e não pensam que a ajuda material é apenas uma mera porcentagem das necessidades dos desabrigados, que carecem de atendimento médico, psicológico, dentário e, principalmente, jurídico.
Cada profissional, na medida de suas possibilidades, tem o dever moral de ser voluntário.
Na região serrana do Rio de Janeiro houve uma medida eficaz do Ministério da Integração, que pode ser pleiteada pelos desabrigados de Rio Branco. Na região carioca, os trabalhadores que viviam nas áreas afetadas pelas enchentes, foram autorizados a sacar até R$ 4.650 (atualmente, o limite para tal saque é de R$ 5.400,00) de suas contas no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Além disso, pessoas dessas regiões que estivessem recebendo seguro-desemprego tiveram o benefício prorrogado por mais dois meses além do prazo inicialmente previsto.
O Governo também aprovou a liberação de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para cidades do Nordeste atingidas pelas enchentes. Tal procedimento é garantido pelo decreto 5113/2004, que permite a liberação do fundo para moradores de regiões que estejam sob decreto de calamidade pública ou situação de emergência. Esta última foi declarada pelo Prefeito no dia 12 de abril do corrente ano.
Além disso, as vítimas deste desastre precisam de ajuda para reivindicar judicialmente seus direitos, nas questões previdenciárias, cíveis, criminais ou de qualquer natureza que os esteja afligindo.
Não adianta apenas se indignar com a situação e esperar atitude exclusiva do Governo. Todos devemos agir, na proporção de nossa s forças.
Como Advogado, defensores da cidadania, acreditamos que a Ordem dos Advogados da Seccional Acreana deve se organizar imediatamente, em regime de rodízio entre seus associados, para prestar auxílio jurídico efetivo e gratuito às vítimas da enchente do Rio Acre, exercendo o dever cívico da profissão e ajudando os nossos conterrâneos a restabelecerem suas vidas de forma digna e justa, garantindo-lhes os benefícios previstos por Lei.
Valdir Perazzo Leite (Defensor Público)
Sheldon Romaim Silva da Cruz (Advogado)
Cynthia Cavalcanti Perazzo (Bacharela em Direito)
